Se você é do time que já foi acusado de ser “tarado visual” por simplesmente apreciar o design anatômico das tetas alheias, parabéns: a ciência finalmente tá do seu lado. E não é qualquer papinho de boteco não, é estudo publicado, carimbado, assinado e com selo de qualidade da respeitadíssima New England Journal of Medicine (ou pelo menos é isso que estão dizendo por aí… e vamos fingir que ninguém vai checar).
O rolê é o seguinte: segundo a pesquisa liderada pela doutora Karen Weatherby — que, com esse nome, já nasce confiável — encarar um bom par de peitos por 10 minutinhos por dia pode aumentar a expectativa de vida masculina em até CINCO anos. Isso mesmo: cinco anos a mais de puro suco de vida só por dedicar parte do seu tempo a uma atividade que você provavelmente já faz escondido no Instagram.
E não para por aí! A especialista afirma que essa atividade lúdico-mamária tem o mesmo efeito fisiológico de meia hora de exercícios aeróbicos. Em outras palavras: olhar peito = correr na esteira. Só que sem suar, sem dor muscular e sem precisar ouvir sertanejo universitário na academia.

Vamos aos dados, porque até no peito a gente trabalha com estatística
O estudo comparou a saúde de 500 homens adultos, todos devidamente voluntários (ninguém precisou implorar pra participar, como você deve imaginar). Desses, 250 sortudos foram expostos diariamente a belos exemplares de seios femininos. Já os outros 250, coitados, foram mantidos em uma espécie de regime visual celibatário, sem uma mísera auréola à vista.


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