Quando abri os olhos, seu Paulo perguntou: - Você toma hormônios? Eu sorri e perguntei a ele o motivo da curiosidade. Ele achou que eu estava tomando hormônios porque meu peitinho estava pra fora da camiseta e parecia de mulher. Rimos pelo teor da conversa. Seu Paulo insistiu: - O teu short não tem volume. Parece um capôzinho de fusca… rsss. Apenas ri. Com o sono, achei melhor me recolher. Eu dei boa noite e já estava indo pro quarto de Ruth, mas seu Paulo me fez lembrar de passar o anti-inflamatório nele. Então ele desligou a TV e seguimos para o quarto dele. Seu Paulo tomou o remédio, tirou a camisa e sentou-se à beira da cama. Comecei a massagear delicadamente. Ele elogiou a maciez das minhas mãos dizendo que pareciam as mãos de uma mulher. Nesse momento eu não estava levando a conversa para a maldade por conta da idade dele. Pessoas mais velhas, em geral, são sinceras e objetivas no que falam.
Terminamos. Fui para o quarto de Ruth, tomei banho, coloquei a minha calcinha, olhei o celular muito rapidamente e então dormi. Não lembro exatamente do horário, mas acordei com um movimento na cama e tomei um susto com a sombra de um homem que estava sentado ao meu lado passando a mão na minha bunda. Só o reconheci pela voz: - Vem deitar na minha cama. Levantei-me com sono ainda no escuro e acompanhei seu Paulo. Só quando saímos à luz do corredor pude perceber que ele estava de cueca e de pau duro. Nesse instante entendi o que aquele homem realmente queria. Decidi que iria fazer o que ele quisesse. O quarto dele estava escuro, entrei, deitei e ele ficou atrás de mim. Seu Paulo me abraçou por trás e ficou pegando os meus peitinhos. Ele brincava com os biquinhos. Apertava os meus peitinhos e se roçava atrás de mim como um cachorro querendo acasalar.
Comecei a gemer de tesão e a rebolar no pau dele. Meus mamilos são hipersensíveis, meu ponto fraco. Ele beijava o meu pescoço e dizia: - Tô com vontade de chupar os teus peitinhos. Vira pra mim pra eu mamar eles. Girei o corpo de frente para ele e então senti os pêlos do bigode, os lábios e a língua do seu Paulo provocando em mim uma sensação louca. Meus gemidos ecoavam pela casa parecendo um chamado de cio. Seu Paulo apertou a minha bunda, afastou a calcinha e enfiou dois dedinhos no meu cuzinho, enquanto mamava as minhas tetinhas como se quisesse tirar leite delas. Foi tudo tão
inesperado que eu estava enlouquecendo nas mãos daquele homem. As chupadas fortes deixaram os meus mamilos mais salientes e sensíveis. A minha respiração estava intensa com o que a língua e os dedos de seu Paulo estavam fazendo comigo: - Eu vou gozar assim, seu Paulo. Para! Eu vou gozar! Eu vou gozar, seu Paulo! Mas o pedido foi inútil. Quanto mais eu falava, mas rapidamente ele enfiava os dedos no meu cuzinho e mais forte chupava as minhas tetinhas. Acabei gozando e fiquei com a calcinha toda melada.
Seu Paulo soltou o meu peitinho e foi subindo com a boca pelo meu colo, pelo meu pescoço até nos beijarmos. Foi um beijo gostoso. Seu Paulo agora estava gemendo. Toquei o pau dele e senti que a cueca estava bem melada. Ele tinha um pau que merecia respeito: torto para esquerda, grosso, com uma cabeça rosada bem saliente, mas larga que o resto do pau. Coloquei a piroca e o saco para o lado de fora da cueca e fiquei acarinhando enquanto nos beijávamos. Eu me encantei com as bolas fartas do seu Paulo. Pareciam as bolas de um garanhão reprodutor. Senti uma vontade enorme de chupá-las. Quando o beijo diminuiu de intensidade eu pedi a seu Paulo que trouxesse o para a minha boca. Senti o toque da cabeça melada nos meus lábios e chupei suavemente, até engolir tudo e sentir os pentelhos no meu rosto. Que delícia de piroca! Ela pulsava na minha boca. Estava tão gostosa, dura, quente. Era como se esperasse por uma mamada há bastante tempo. Pedi a seu Paulo que esfregasse o saco no meu rosto todo, como se fizesse uma massagem com as bolas em mim. Nesse movimento eu passava a língua desde a base do saco até a ponta melada do pau. Era uma visão linda! Olhar a expressão de tesão no rosto do seu Paulo com o pau e as bolas diante do meu rosto. Para ficar mais gostoso, pedi a ele que batesse uma punheta diante do meu rosto, mostrando como ele se masturbava. Enquanto seu Paulo batia punheta eu chupava as bolas, às vezes colocando uma por uma na boca, às vezes conseguindo colocar as duas. Ele estava maravilhado: - Nunca chuparam o meu colhão! Isso é bom demais! Só puta chupa o culhão de um homem e eu nunca paguei uma puta. Então eu quis saber: - A sua esposa nunca chupou as suas bolas, seu Paulo? E surpreendi-me com a resposta: - Não! Nem meu pau. Eu só comia e chupava a xoxota dela. Pensei em como foram limitadas as experiências de seu Paulo. Isso só me deixou com mais vontade de fazê-los gozar. Comecei a chupar a cabeça do pau de seu Paulo enquanto ele se masturbava. Ele está tão ofegante e suado. Como os movimentos ficaram mais intensos, percebi que ele iria gozar. Eu fiz com que ele soltasse o pau e deixasse o resto comigo. Fiquei mamando a piroca de quatro, ao mesmo tempo em que acariciava as bolas dele. Caprichei na sucção, engolindo tudo o que pude. Pedi a ele que fodesse a minha boca como se estivesse metendo numa bocetinha. Seu Paulo segurou a minha cabeça e começou a socar na minha garganta. Os jatos de porra densa vieram e um a um e foram engolidos por completo. Eu me alimentei literalmente do leite maduro do seu Paulo. Mesmo com o pau ficando flácido eu não deixei de chupar. Quando ele já estava com a glande muito sensível retirou o pau da minha boca e sentou-sa à cama, recostado na parede. Sentei-me sobre as pernas do seu Paulo, de frente para ele, com o meu “grelinho” pendurado do lado de fora da calcinha. Nos abraçamos, nos beijamos, e quando o sono veio, dormimos. Na manhã seguinte, seu Paulo realizaria o desejo de comer uma cucetinha. Aos 64 anos, ele comeria o primeiro cuzinho da vida dele. Para mim, realizar sonhos é sempre um privilégio.





